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— Do filme: Sociedade dos poetas mortos (via balburdiar)
— Do filme: Sociedade dos poetas mortos (via balburdiar)
— Angelina Jolie (via verborragias)
Olha… Não é porque não falo contigo que eu não pense em você todos os dias. Não é porque não te procuro mais, que esqueci da sua existência.
As pessoas acham que a vida é feita de extremos, que eu só gosto de alguém quando falo todos os dias com essa pessoa e odeio outra só porque ela tem opiniões diferentes das minhas. Sabe o famoso oito ou oitenta? É bem isso. Mas eu não sou assim, entende? Não falo com você, mas você é sempre o meu último pensamento antes de dormir. A minha vizinha acha que piercings e tatuagens são coisa do diabo, mas nem por isso eu a ignoro ou a odeio. Tenho uma tia que acha que a vida é pra ser vivida, mas nem por isso ela vive. Entendeu? Palavras, frases, textos “famosos” com os quais muitos se identificam não são universais. Não é porque Camões disse que amor é o fogo que arde sem se ver que todos tem que amar dessa forma. Não é porque pra Clarisse Lispector a Liberdade era pouco que pra outras pessoas tem que ser. Não é porque gosto/admiro os textos do Caio Fernando Abreu que sei o que é a real tristeza, a real solidão. Ou que eu tenha as sentido das mesmas formas que ele sentiu e descreveu.
A dor não é universal. Cada um se dói de um jeito. Às vezes, um jeito parecido, mas nunca o mesmo.
E eu queria não precisar te dizer tudo isso, já que essas coisas, todo mundo deveria saber.
— Tiê. (via minha-vidasem-voce)